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João Vitor diz que está sem paciência para roubar bolas

Jogador tomou dois cartões amarelos em menos de meia hora de jogo e foi expulso de partida em Sorocaba

João Vitor em sua volta aos campos, dia 19 de fevereiro, contra Palmeiras, no Majestoso (Foto: Fábio Leoni/PontePres)

O volante João Vitor disse que precisa diminuir a ansiedade para evitar tomar cartões durante os jogos da Ponte Preta. O jogador foi expulso depois de ser amarelado duas vezes, antes de meia hora de jogo, na derrota por 3 a 1 para o São Bento, na noite deste sábado (24), pela terceira rodada do Troféu Interior.

Antes de ser expulso, o jogo estava empatado 0 a 0 e controlado pela Ponte Preta. “Com um a menos é sempre difícil jogar”, admitiu João Vitor. Apesar da derrota, a Macaca se classificou à final do Troféu do Interior porque se manteve na liderança de seu grupo com a vitória do Mirassol por 2 a 0 em cima do Ituano, em Itu.

Mas o meio-campista, que retornou aos gramados nesta temporada após um ano de molho e duas cirurgias por uma fratura no tornozelo direito, cumprirá suspensão automática no primeiro jogo da decisão contra o Mirassol, quarta-feira (28), no Maião. “Não é por isso”, disse. “Estou voltando em ritmo bom, conseguindo ficar mais com a bola e trabalhar mais o meu jogo.”

Para João Vitor, as razões para tomar cartões são outras. “Por ser jogador de combate, quero toda hora roubar a bola e, às vezes, preciso, ter paciência”, avaliou. “Algumas jogadas são necessárias matar para não correr perigo de gol, como na falta do primeiro cartão”, falou. Entretanto concorda que nem sempre é assim. “Não sou mais um jogador novo e venho cometendo esses deslizes.”

João Vitor achou justo o primeiro cartão amarelo. “Matar a jogada foi proposital mesmo para que a gente não sofresse gol”, disse. Porém, o segundo, não. O atleta contou que chegou atrasado e pisou sem querer em Moraes. “Ele estava no chão, achei que não chegaria mais e fui tirar a bola”, lembrou. “Ele conseguiu dar o bico e, como meu corpo já estava indo para fazer essa jogada, não consegui mais voltar e acabei pisando ele. O juiz interpretou como um lance de maldade, mas foi atípico.”

O meio-campista prometeu se esforçar para diminuir sua a ansiedade nos próximos jogos. “Espero que possa melhorar e que meus companheiros também possam me ajudar”, destacou João Vitor. “Mas falo que na hora que tiver que tomar cartão eu vou tomar. Não vai ser por causa disso que deixarei de matar uma jogada que vai ser perigo de gol.”

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