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Macaca reencontra árbitro do jogo da invasão no Majestoso

Ricardo Marques Ribeiro apitou a derrota pontepretana para o Vitória que decretou o rebaixamento da Ponte à Série B

Árbitro Ricardo Marques Ribeiro, de Minas Gerais, filiado à Fifa, durante partida de futebol brasileiro (Foto: Divulgação)

Após 25 jogos, a Ponte Preta reencontra nesta quinta-feira (10) no Maracanã o árbitro do jogo da invasão da torcida no Majestoso, em 2017. Ricardo Marques Ribeiro, de Minas Gerais, é juiz da Fifa e apitará às 19h30 a partida da Macaca contra o Flamengo, pelo segundo duelo das oitavas de final da Copa do Brasil.

A Ponte Preta terá que vencer o Flamengo por 2 gols de diferença para se classificar direto às quartas de finais da Copa do Brasil. Ou por 1, para levar a decisão da vaga aos pênaltis. O Flamengo precisa de um empate, já que venceu a primeira partida por 1 a 0, no Majestoso. O prêmio para quem passar desta fase é de R$ 3 milhões.

Ribeiro é aquele mesmo árbitro da partida da Ponte Preta diante do Vitória, no dia 27 de novembro de 2017, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série A. Esse jogo culminou com o rebaixamento da Macaca para a segunda divisão do campeonato nacional, após o time baiano vencer o duelo, de virada, por 3 a 2.

Naquela partida, a Ponte Preta vencia o Vitória por 2 a 0 e, com esse resultado, se livrava do risco de rebaixamento para a Série B até o zagueiro Rodrigo ser expulso, aos 19 minutos do primeiro tempo, e complicar tudo. O pontepretano recebeu cartão vermelho direto ao dar “dedadas” no atacante adversário Tréllez.

Com um jogador a menos, a Ponte Preta, então comandada pelo técnico Eduardo Baptista, tomou a virada aos 36’ do segundo tempo e voltou à zona de rebaixamento. Parar piorar, com o terceiro gol do Vitória, torcedores pontepretanos quebraram parte do alambrado do estádio Moisés e invadiram o gramado.

Ribeiro, ao constatar que não havia condições básicas de segurança para continuar a partida no Majestoso, encerrou o jogo depois de 30 minutos de paralisação. A derrota decretou o rebaixamento da Ponte Preta no campeonato e gerou a punição de jogar os seis primeiros jogos em casa com os portões fechados na Série B.

A invasão no Majestoso e outros recentes episódios de violência envolvendo a torcida pontepretana, como na Copa São Paulo de Futebol Júnior, no início deste ano, também contribuíram para o Ministério Público determinar que todos os jogos da Ponte em 2018 sejam com torcida única em casa e longe de seus domínios.

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