Zagueiro e capitão da Ponte Preta desde o início da temporada, Renan Fonseca afirmou que a partida contra o Figueirense – marcada para o próximo sábado, às 18h00, no Estádio Orlando Scarpelli – é encarada como uma final para os atletas da Macaca.
“Contra o Figueirense é uma final para a gente. Será um jogo difícil contra um concorrente direto, vamos conversar com o João para conhecer a estratégia e ir lá para fazer um grande jogo e conquistar um resultado positivo”, comentou.
Renan Fonseca reconheceu que a Ponte Preta – 12ª colocada na tabela de classificação com 15 pontos – precisa ajustar todos os setores do campo. “Temos que ajustar a equipe de maneira geral, não estamos tendo tempo para trabalhar por causa dessa maratona de jogos e após esse último jogo tivemos um período de descanso e essa semana será decisiva para ajustarmos defesa, meio-campo e ataque para darmos uma arrancada na competição”, analisou.
Revelado pela própria Ponte Preta, Renan Fonseca exaltou os demais companheiros de zaga e quer solidificar o setor, bem como foi visto no início da temporada, quando a Macaca chegou a ter a melhor defesa do Campeonato Paulista.
“A Ponte está muito bem servida de zagueiros, tanto os mais novos como os experinetes. O mais importante é estar ajustado ali para sofrer menos gols. No começo do ano tinhamos uma defesa sólida, temos um período para fazer isso e buscar um equilibrio entre defesa, meio e ataque”, disse.
Com quatro cartões vermelhos no Campeonato Brasileiro da Série B, a Ponte Preta é a segunda equipe que mais recebeu esse tipo de advertência no torneio. Para Renan Fonseca, é preciso que os atletas conversem entre si para minimizar as perdas durante a competição.
“É uma coincidência essas expulsões. Temos que buscar o equilíbrio, é uma dificuldade jogar sem torcida. É uma questão de ajuste, conversarmos entre nós jogadores para sofrer menos com isso e não dar mais essa brecha”, afirmou.
Para a partida diante do Figueirense, a Ponte Preta não poderá contar com o volante Paulinho e com o lateral-esquerdo Orinho, que foram expulsos contra o CSA e não poderão viajar para Santa Catarina.
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