Em primeira sua primeira entrevista coletiva como atleta da Ponte Preta, o lateral-esquerdo Nicolas falou nesta quinta-feira sobre a sua posição de origem no início da carreira e a possibilidade, se necessário, de contribuir com a Macaca na armação de jogadas. “Na época eu não vinha jogando como meia no Atlético e tive a chance de atuar na lateral. É uma posição diferente, na qual se corre mais, mas hoje não me vejo jogando regularmente em outra posição. Ser lateral me ajudou a ser um jogador profissional”, disse Nicolas, que tem 21 anos.
Contratado por empréstimo junto ao Atlético Paranaense, clube no qual chegou quando ainda tinha apenas 14, Nicolas falou sobre a mudança para o futebol paulista. “Agradeço muito ao Atlético por tudo o que vivi lá, mas chegou a hora de ter uma mudança. Quando soube do interesse da Ponte, aceitei na hora. Pedi para o meu empresário para resolver tudo o mais rápido possível porque é um grande clube e tem chances de acesso. Quero contribuir, como for possível, para que a Ponte Preta volte à Série A.”
Nicolas também falou sobre a sua passagem pela Seleção Brasileira sub-20. Convocado pelo técnico Micale – campeão olímpico nos Jogos do Rio-2018 – o atleta tem boas lembranças do período em que treinou na Granja Comary. “Chegar à Seleção sub-20 era um objetivo no início da minha carreira e felizmente consegui alcançá-lo”.
O novo lateral-esquerdo da Macaca também destacou a importância da família na sua carreira. “Quando cheguei ao Atlético, foi a primeira vez que saí de casa. Eu ligava todo dia dizendo que queria ir embora, mas meu pai sempre me aconselhou a continuar trabalhando. Meus pais foram muito importantes na minha vida e na minha carreira”, contou Nicolas, que chegou ao Moisés Lucarelli para ocupar a vaga de Marciel, devolvido recentemente ao Corinthians.