Recuperado de lesão muscular na coxa direita, o atacante Hyuri festejou o seu retorno aos gramados e diferente de outros atletas da Ponte Preta, reconhece que o acesso à Série A do Campeonato Brasileiro está cada vez mais difícil.
“É ruim você estar no departamento médico e ver pela janela ps jogadores treinando para o próximo jogo, chega no jogo as coisas não deu certo. O Marcelo Chamusca é um cara que conheço, super apoio e defendo na Ponte, mas sempre a troca de treinador dá uma turbulência no grupo, ainda mais na situação que estamos, de falta de vitórias. Ter ficado de fora foi muito complicado, mas cuidei de mim, cuidei do meu corpo, mas fica aquele sentimento ruim de não ter ajudado”, comentou.
“Se permanecer na Série B, será um acidente, porque não é esse o nosso objetivo, que é buscar o acesso. É super difícil, acho legal a gente ser realista porque não depende só de nós. Estamos em uma posição que estamos longe do G-4. Precisamos voltar par a briga para depois voltarmos ao G4. Estamos distantes, mas não podemos jogar a toalha” – Hyuri
Emprestado pelo Atlético Mineiro até o final do Brasileiro, Hyuri afirmou que perdeu um pouco do ritmo de jogo que vinha apresentando antes da lesão, que o fez perder os últimos cinco compromissos da equipe na Série B.
“Eu me sinto um pouco cansado dentro dos trabalhos. Sinto que perdi um pouco do ritmo que vinha tendo. Não sei qual a ideia do Chamusca, não sei o que ele pensa. Se eu estou treinando, tenho condições de ajudar. Se eu começar jogando ou entrar durante o jogo, não sei te dizer”, disse.
Ocupando a 10ª posição na tabela de classificação, a Ponte Preta se prepara para encarar o Goiás – terceiro colocado – na próxima sexta-feira, às 19h15, no Estádio Olímpico de Goiânia. Hyuri acredita em uma partida muito difícil e aproveitou para elogiar o adversário.
“Adversário fortíssimo que briga pelo título. Eu coloco o Goiás assim na competição. Eles vão vir para cima, vão estar jogando em casa e vem de uma sequência boa. A gente vai ter que ser muito cauteloso e inteligente para segurar a pressão deles e aproveitar as oportunidades que tivermos. Vamos ter que ser cirúrgicos contra o Goiás”, encerrou.
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