Contratado para ser o novo auxiliar fixo da Ponte Preta após o pedido de demissão de João Brigatti, João Paulo Sanches – que chegou à Macaca como suplente de Marcelo Chamusca – comandou o treino da equipe na última terça-feira no Centro de Treinamento do Jardim Eulina e garantiu que o clube, que não vence há oito jogos na Série B, conseguirá reverter a atual situação.
“A Ponte Preta é uma camisa muito forte e nós estamos cientes disso. Comprometimento, entrega a doação é muito grande no elenco. Não posso me queixar de nada nesses 28 dias que estou aqui e a resposta vai ter. Apenas tem que vir com o resultado, que é o primordial do futebol. Vamos conseguir reverter a situação”, disse.
O profissional, que irá trabalhar com Gilson Kleina no comando técnico da equipe, falou que usará toda sua experiência que adquiriu na área para melhorar o ambiente da Ponte Preta.
“Antes da nossa chegada eu já vinha conversando com a diretoria da Ponte de eu trabalhar nesta função, que eu já exercia desde 2014 no Atlético Goianiense e com a qual tenho um fino trato consigo agregar todos os fatores e em um momento desses só temos a somar com a Ponte. Vou procurar ajudar da melhor maneira possível, para que após a chegada do novo comandante, possamos dar todo alicerce possível”, acredita.
“Procurei desde sábado, quando reiniciei o trabalho com os atletas, passar para eles a necessidade de cada vez sermos mais fortes. Sabemos do nosso momento, da nossa dificuldade em ter as vitórias, principalmente em casa, contra equipes de baixo. Todos nós estamos muito cientes disso e temos que nos fortalecer com trabalho” – João Paulo Sanches
João Paulo revelou que há quatro anos atrás, quando era responsável pela captação de atletas no Atlético Goianiense, colocou em pauta o nome de 12 jogadores que compõe o elenco pontepretano atualmente.
“Eu reuni os atletas no sábado e disse para eles que há quatro anos e oito meses eu fazia essa função de captação de atletas e 12 atletas desse elenco estavam no meu radar. E isso porque esses atletas que aqui estão são muito mais do que estão produzindo. É uma situação que envolve vários fatores e isso vai ser passado para o novo treinador, nos aspectos emocional, individual e coletivo”, encerrou.
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