Eduardo Baptista saiu de campo após a derrota para o Bragantino, por 1 a 0, no estádio Moisés Lucarelli, pela décima rodada do Campoento Paulista, sob muitas vaias dos torcedores que compareceram ao Majestoso.
São sete jogos da Macaca no Moisés Lucarelli em 2018 somando as partidas do Paulistão e Copa do Brasil e apenas uma vitória – contra a Inter de Limeira, por 1 a 0 – pela Copa do Brasil. Eduardo foi questionado se os jogadores sentem algum trauma por voltar ao palco que marcou o rebaixamento da equipe para a segunda divisão do Brasileiro.
“Não vejo um trauma, são outro jogadores, uma outra situação, é um time jovem que sente essa pressão, e temos que ter tranquilidade para voltar a vencer em casa”, afirmou o técnico.
O técnico pontepretano admitiu que a equipe, recém-formada em sua maioria por jovens atletas, sofre com a pressão da torcida, e enxerga uma saída para esse desconforto.

Eduardo Baptista concedeu entrevista coletiva após a derrota da Macaca para o Bragantino por 1 a 0 (Foto: Macaca Querida)
“Temos que trabalhar, tentar buscar. Sofremos com os desfalques, sofremos com a criação. Temos que amadurecer e ter mais tranquilidade para que a bola entre para que nós conseguimos sair dessa situação”, disse.
Eduardo garantiu que escala os jogadores de acordo com o seu rendimento, e reconheceu que alguns jogadores ainda não responderam como o esperado.
“Alguns jogadores demoram mais para responder, isso é normal. Nós colocamos aqueles que respondem melhor, sempre buscamos melhorar.Nós queriamos ter 3 ou 4 peças mais valiosas, mas essa é a nossa realidade fincandeita e nós aceitamos trabalhar assim”, completou Eduardo.
O técnico finalizou a entrevista coletiva revelando que já viveu situações mais delicadas no futebol, e que, na base do trabalho, foram revertidas
“Estou no futebol há 28 anos no futebol, passei por situações piores e que foram revertidas. Temos que trabalhar, fazendo acreditar que é possível”, afirmou o técnico.
Clique aqui para mais notícias da Ponte Preta