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Ponte Preta abre os cofres e gasta R$ 300 mil para adequar o Majestoso

Mudanças no estádio foram obrigadas por Paulo Castilho, promotor do Ministério Público

Estádio Moisés Lucarelli durante dia de jogo da Ponte Preta (Foto: Luciano Claudino/Código19)

Após o episódio de violência durante a partida contra o Vitória, em novembro do ano passado, a Ponte Preta foi obrigada pelo Ministério Público a melhorar a segurança de sua torcida em dias de jogos no Estádio Moisés Lurelli. A adequação, de acordo com o diretor jurídico do clube, Giuliano Guerreiro, custou cerca de  R$ 300 mil aos cofres da Macaca.

“A Ponte Preta efetuou reformas, colocou câmeras de segurança e gastou aproximadamente R$300 mil para promover a segurança”, disse durante entrevista coletiva.

Desse valor, R$ 100 mil foram usados para a instalação das divisórias de policarbonato, usadas para isolar as torcidas organizadas do clube, alocadas em um espaço que conta com aproximadamente 3.000 lugares.

Além das placas, a Macaca também foi obrigada a adequar os banheiros, saídas de emergências, um bar que atende o espaço, sem contar instalação de câmeras móveis e fixas.

“Foi uma exigência do Ministério Público. O Paulo Castilho exigiu que a Ponte pontuasse essas reformas, sejam elas físicas e estruturais, bem como de monitoramento para que pudéssemos receber as torcidas organizadas”, comentou Guerreiro.

O dirigente ainda confirmou que a Macaca pretende dar continuidade à separação das torcidas. “A Ponte Preta pretende continuar com a separação da torcida, até porque isso veio do Ministério Público”, concluiu.

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