Em meio à crise financeira que passa a Ponte Preta, a diretoria alvinegra se viu obrigada a reduzir os custos. Essa atitude inclui o desligamento nesta sexta-feira (16), de pelo menos, 20 funcionários do clube, além da renegociação de contratos com fornecedores e redução salarial de profissionais e membros da comissão técnica.
Entre os funcionários que deixaram a Macaca estão o roupeiro Bezerra, que estava no clube há mais de 20 anos; a nutricionista Márcia Bernardes; o técnico do Sub-20, Leandro Zago; e coordenador técnico da base, Rodrigo Leitão.
Em nota oficial, a Ponte Preta esclarece que devido à atual situação financeira do clube alguns profissionais sofreram reduções salariais. Outros funcionários, como o supervisor Rodrigo Ramos, não chegaram também a um acordo e deixaram a Macaca.
“Com os cortes realizados, a readequação dos contratos dos terceirizados e as economias realizadas junto à fornecedores, esta primeira fase da readequação deverá gerar aos cofres pontepretanos aproximadamente R$ 5 milhões de economia no ano”, revelou o clube, em nota oficial.
A nota revela que durante as últimas semanas, a Ponte reduziu em pelo menos 30% todos seus contratos com fornecedores e terceirizados e, agora, faz as mudanças internas necessárias. “A diretoria alvinegra enfatiza que o desligamento destes profissionais, todos eles competentes e de grande qualidade, está sendo realizado exclusivamente por questões financeiras e não ocorreriam em outra situação.”
Com a queda da Ponte para a Série B do Brasileirão, no ano passado, a cota de televisão da Macaca despencou de R$ 34 milhões para R$ 7,5 milhões. “Lamentamos o fato e agradecemos a todos pelos bons serviços prestados, bem como desejamos toda sorte em seus novos desafios”, finalizou a nota.
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